APMs pedem ser protestadas por dívida com empresa
Marcos Zanatta
De Maringá
Associações de Pais e Mestres (APMs) de 11 escolas estaduais de Maringá denunciaram ontem que podem ser protestados por dívida assumida por imposição do governo do Estado. As APMs foram liberadas pelo governo para comprar equipamentos de informática da empresa Microtex. O acordo era que o Estado repassaria o valor das prestações todos os meses. O negócio foi fechado há mais de um ano, mas as associações não receberam nenhum dinheiro e agora foram comunicadas pela empresa que terão as dívidas protestadas, serão executadas e os nomes inscritos como inadimplentes.
A diretora do Colégio Thomaz Edson, Edith Dias de Carvalho, que representa as APMs de Maringá, explica que o prazo final para o pagamento das dívidas foi em abril passado. Apesar da cobrança, o governo não acenou com nenhuma proposta para pagar a dívida, afirma.
As APMs conseguiram marcar uma reunião com o procurador-geral do Estado, Joel Coimbra, para sábado, em Maringá. Vamos convocar as associações de escolas da região que estão com o mesmo problema, avisa Edith.





