Anonimato é garantido, diz coordenador
Curitiba - O serviço 181 - Narcodenúncia tem uma premissa simples: protegido pelo anonimato, o cidadão pode entregar à polícia informações fundamentais para o combate ao tráfico e outros crimes. ''Enquanto no 190 tudo é gravado, identificado, armazenado, no 181 a garantia é de anonimato completo'', explica o tenente Edivan Sharles Fragoso, coordenador estadual do programa.
Mesmo quando o denunciante se identifica, os atendentes do serviços são orientados a não registrar a informação. ''Tem casos de mães que ligam aqui para denunciar o filho. Mesmo nesses casos não fica registro de que foi a mãe que ligou'', destaca.
Segundo Fragoso, em seis anos de funcionamento do 181, a Secretaria Estadual de Segurança Pública nunca registrou um caso de represália por conta de uma denúncia feita ao Narcodenúncia.
A operadora de telefonia GVT confirma que os números gratuitos como o 181 e o 190 não aparecem na conta. O telefonema efetuado para o serviço só fica registrado no próprio aparelho de quem ligou, entre as ligações efetuadas. Mas o registro da ligação no celular pode ser apagado.
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Em recente entrevista à imprensa, o secretário de Estado da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, defendeu a importância da participação da população nas denúncias contra o tráfico. ''A gente sempre investe e acredita que a forma melhor de se fazer segurança pública hoje é também com a participação da comunidade'', declarou. (R.C.F.)





