Nem Código de Trânsito, nem multas, nem guardas são capazes de resolver esse tipo de problema. Falta mesmo é consciência para o casal que leva o menino totalmente desprotegido na motocicleta. Eles podem até argumentar que os tempos são de economia, que o preço da gasolina baixou alguns centavos mas o gás de cozinha teve alta, que andar de ônibus exige um gasto maior – de tempo e de dinheiro – e até alegar que o percurso seria curto, o trajeto seguro e o cuidado ao volante redobrado. Afinal, levam uma vida preciosa e inocente. Mas no trânsito de Londrina não há lugar para esse tipo de raciocínio. Que o diga o anjo da guarda do menino-motoqueiro que deve se ver louco em cada cruzamento...

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