A implantação das melhorias e a manutenção das estradas componentes do Anel de Integração do Paraná começam a gerar, já a partir do próximo ano, 10 mil empregos diretos e outros 40 mil indiretos no Estado. A previsão está num levantamento feito pela Associação de Empresas de Obras Públicas do Paraná (Apeop).
A estimativa da entidade é apoiada por André Fialho, coordenador das concessões do Anel. Segundo ele, os empregos serão garantidos pelas obras ao longo dos 2.035 quilômetros de estradas estaduais e federais que compõem o sistema. Serão criados no Anel postos permanentes de serviços, de mão-de-obra para construção, de manutenção técnica de equipamentos e de atividades de apoio.
Além de gerar empreos, o Anel vai estimular e aumentar a circulação de pessoas e mercadorias, não só nos principais pólos econômicos, como também nos municípios ao longo do sistema, o que é também um fator gerador de riqueza, destaca André Fialho.
O coordenador explica que em estradas bem conservadas, sinalizadas, fiscalizadas e com bom suporte de serviços faz-se mais economia: o gasto de combustível é menor, o tempo de viagem também e o desgaste do veículo, idem. Como consequência, o custo do frete das mercadorias deverá cair e estimulará a competitividade entre as transportadoras.

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