As obras no Anel de Integração, que envolvem 2.035 quilômetros de estradas federais e estaduais no Paraná, devem gerar 10 mil empregos diretos e 40 mil indiretos no Estado. A previsão é do presidente da Associação de Empresas de Obras Públicas do Paraná (Apeop), José Alberto Ribeiro.
Segundo ele, o processo de licitação das obras deve permanecer tranquilo até a próxima segunda-feira, quando sai o resultado definitivo da concorrência. O presidente da Apeop acredita que não haverá nenhum recurso judicial que possa retardar o início das obras emergenciais - previstas para outubro.
Anteontem a Secretaria Estadual de Transportes divulgou as empresas e consórcios vencedores da concorrência. Os seis lotes do projeto foram disputados por 22 licitantes. O lote 6, considerado o ‘filé mignon’ do Anel (Curitiba-Paranaguá-Praia de Leste-Matinhos) teve a melhor oferta da Primav (grupo C.R. Almeida).
No lote 1 (trecho Cambé-Londrina até a divisa com São Paulo), a melhor oferta foi apresentada pelo consórcio Ivaí/Triunfo. O lote 2 (Cambé-Apucarana-Maringá-Paranavaí-Campo Mourão-Cascavel) foi vencido pelo consórcio Paraná/Maringá. O lote 3 (Foz-Guarapuava) ficou com o consórcio Paraná Integração. O lote 4 (Guarapuava-S.Luiz do Purunã) ficou com o Caminhos do Paraná. E o lote 5 (Apucarana-Ponta Grossa-Jaguariaíva-Curitiba) recebeu a maior oferta do CBPO/Castilho.
As empresas selecionadas vão investir US$ 4 bilhões nos próximos 24 anos, período de duração do contrato. As obras prevêem a duplicação, restauração e construção de rodovias.

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