A Secretaria Municipal de Obras Públicas de Curitiba (Smop) está substituindo o calçamento da Rua André de Barros por blocos de concreto anti-derrapantes que vão aumentar a segurança dos pedestres. O novo revestimento é mais durável e de colocação mais fácil. No trecho de 800 metros entre a Travessa Frei Caneca e a Rua João Negrão, as obras serão concluídas até 15 de dezembro.
A durabilidade do novo revestimento chega a 20 anos, sem perda das características iniciais. Um dos problemas do revestimento atual é que o desgaste das pedras deixa o piso escorregadio em dias de chuva. O preço dos dois pisos é praticamento o mesmo (cerca de R$ 24,00 por metro quadrado), mas a relação custo-benefício do bloco antiderrapante lhe dá vantagem porque o material demora menos para ser colocado e dura mais. ‘‘Teremos um pequeno transtorno na circulação da área durante um mês, mas a André de Barros vai ficar uma rua muito mais atrativa’’, diz Ruy Ono, diretor de Pavimentação da Smop.
A obra envolve recursos de R$ 310 mil provenientes das multas de trânsito repassadas pelo Detran-PR à Prefeitura de Curitiba. Serão revestidos 4,3 mil metros quadrados de calçadas. Segundo Ono, a Smop vai averiguar a adequação do novo revestimento às condições diárias de uso. Depois disso, o bloco antiderrapante poderá ser usado em outras calçadas da cidade, de acordo com um estudo que está sendo feito pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
Em decorrência das obras, os motoristas devem evitar trafegar pela Rua André de Barros nos horários de pico de trânsito, das 7 horas às 8h30, das 11h30 às 13h30 e das 17h30 às 19h30. A alternativa é desviar pelas paralelas Sete de Setembro, Silva Jardim e Getúlio Vargas. Uma das três faixas da rua cede lugar para as obras. Com isso, o escoamento normal de 2.200 veículos/hora cai para 1.680 veículos/hora.

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