Depois de iniciar as operações no Hospital Nossa Senhora das Graças, a Robô Laura irá atuar também em outros dois hospitais da capital. Em janeiro, será implantada na Santa Casa de Misericórdia e, até o final de julho de 2017, no Hospital Universitário Cajuru. As instituições são designadas pela Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa), com quem o analista de sistemas e criador da Robô Laura, Jacson Fressatto, fez uma parceria. "Me comprometi a disponibilizar a Robô Laura para todos os hospitais filantrópicos do Brasil. Começamos pelo Paraná, por Curitiba."

Para desenvolver a tecnologia, Fressatto investiu recursos próprios. A maior parte do tempo ele trabalhou sozinho e, neste ano, passou a contar com um sócio, que além de injetar mais recursos, tem colaborado com a execução do plano comercial e composição da estrutura administrativa. Os dois juntos já investiram mais de R$ 400 mil no projeto, ainda não finalizado. "Para colocar a robô em um hospital, o custo é de R$ 42 mil e a gente não cobra nada por isso", destacou Fressatto.

O objetivo que o analista de sistemas estabeleceu para o seu projeto é ousada. Ele planeja beneficiar 1 bilhão de pessoas no mundo com a sua criação. Depois de atingir a meta em Curitiba, de implantar a tecnologia em nove hospitais, a robô será levada para unidades de saúde de outros municípios do Paraná e, posteriormente, do Brasil e do mundo.

Para atingir sua meta, Fressatto iniciou uma campanha de crowdfunding pela internet, para arrecadar mais recursos. "Se a sociedade se juntar a nós, vamos conseguir acelerar essa implantação." Quem quiser colaborar pode acessar o site www.sonhodelaura.com.br. (S.S.)

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