Ricardo doa o rim para Rosimeire, tem complicações na cirurgia, mas diz: ‘‘não me arrependo de nada, o que importa é que minha irmã está bem’’. Esta história poderia ser tema de programa vespertino de televisão ou o resumo de um filme publicado diariamente nos jornais. Nenhuma das alternativas. Os personagens são reais, moradores da Zona Leste de Londrina e exemplo de bondade e fé. O frentista Ricardo Augusto da Silva, 31 anos, deu um exemplo de solidariedade ao doar o rim para a irmã, ter complicações depois da cirurgia e, mesmo assim, não se arrepender do ato. A doação possibilitou que Rosimeire Aparecida, 35, se livrasse das sessões semanais de hemodiálise. Silva teve uma infecção hospitalar, perdeu o baço, surgiram coágulos no pulmão e o intestino foi perfurado. Ainda assim, ele não deixou de sorrir, satisfeito por ter conseguido ajudar a irmã. ‘‘A todo momento sabia que Deus estava comigo’’. Para Rosimeire Aparecida, o transplante foi ‘‘a maior alegria da vida.’’ ‘‘Eu sabia que Deus não ia punir uma pessoa que só queria fazer um gesto de amor. Hoje, considero meu irmão como meu pai, porque ele me deu uma segunda vida.’’


É uma síndrome infecciosa que o indivíduo adquire após a sua hospitalização ou realização de procedimento ambulatorial. A manifestação da infecção hospitalar pode ocorrer após a alta, desde que esteja relacionada com algum procedimento realizado durante a internação.


É um procedimento cirúrgico que consiste na troca de um órgão (coração, rim, pulmão e outros) de um paciente doente (receptor) por outro órgão sadio de alguém que, na maioria das vezes, morreu (doador). Os transplantes entre pacientes vivos (intervivos) são realizados com menos freqüência. Os transplantes só são realizados quando as outras terapias já não dão mais resultados. Para alguns, portanto, é o único tratamento possível.


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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