Ambulantes querem terreno ao lado do PAI
O camelódromo funciona há seis anos na Avenida Leste/Oeste. A maioria dos alvarás está vencendo e a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) não quer renová-los: ''É uma maneira de pressionarmos o pessoal para que eles nos ajudem a encontrar uma outra solução que não seja a calçada da Leste/Oeste'', admite Wilson Sella. A solução proposta pelos camelôs é a doação do terreno público que fica ao lado do Pronto Atendimento Infantil (PAI). Eles pretendem ir até a Câmara Municipal conversar com os vereadores sobre essa possibilidade. ''Se a prefeitura dá terreno para a PUC (Pontifícia Universidade Católica) porque não pode permitir que a gente use aquela área em nome da associação?'' indagou um dos participantes da reunião.
Depois de quase duas horas de discussão, os camelôs concordaram em formar um grupo de estudo para analisar, junto com a CMTU, as soluções viáveis para o impasse. ''Nós não somos contra a mudança de local, só não queremos o shopping. Em todo caso, vamos ouvir a proposta da prefeitura'', falou a presidente da Associação Camelódromo de Londrina, Cleusa Maria da Silva. A comissão formada por nove camelôs e representantes da CMTU vai se reunir na segunda-feira.





