''O movimento caiu mais de 50% desde que começou o trabalho no lado brasileiro. Faz seis anos que assumi a venda, antes eu era empregado e consegui ficar independente. Meu sonho é conseguir uma loja legalizada, dentro do shopping, mas agora ficou mais difícil. Quando as coisas apertam do lado brasileiro, reflete imediatamente aqui.''
Edgar Saltiva, 30 anos, vendedor de doces e cigarros
''Estou vendendo 20% do que alcançava antigamente. Sorte nossa que aumentou o movimento entre os paraguaios e ainda tem um pouco de turistas, por isso conseguimos sobreviver. Os governos do Brasil e do Paraguai fazem parte do Mercosul e precisam resolver essa situação juntos senão daqui a pouco vão querer cortar até a cota dos turistas.''
Antônia Barreto, 30 anos, vendedora de meias

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