A situação dos ambulantes que ocupavam as avenidas São Paulo e Leste-Oeste (área central) ficou resolvida com a transferência do camelódromo para o Shopping Popular. Mas no Calçadão de Londrina ainda restam muitos ambulantes vendendo capas para celular, óculos de sol, pilhas, alças de silicone para sutiã e uma infinidade de pequenos objetos. Quando os fiscais da Companhia Municipal de Trânsito (CMTU) passam pelo local, todos juntam sua ''barraquinha'' e correm. Cinco minutos depois, voltam e continuam seu trabalho. E assim passa mais um dia.
O presidente da CMTU, Wilson Sella, disse que a fiscalização no local é diária. ''É uma briga de gato e rato. A única maneira de resolver é as pessoas não comprando as mercadorias e a prefeitura fiscalizando'', apontou. A contratação de 30 novos fiscais já está programada para fevereiro, mas Sella chamou a atenção para uma tendência mundial, ''a tônica da informalidade está crescendo''.
A definição do que seria camelô também dificulta o trabalho da CMTU.''O que eu considero camelô é aquele que fixa ponto. No Calçadão tem muita gente com cinto na mão e guarda-chuva pendurado no braço'', disse.

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