Curitiba - A Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas (Amai) entregou ontem uma proposta inicial para que o Hospital da Polícia Militar (HPM) continue a dar atendimento médico e odontológico para todos os integrantes da corporação, na ativa ou inativos, além de dependentes e pensionistas. A intenção é fazer com que a qualidade dos serviços ofertados seja mantida.
Entre os itens da proposta está um desconto em folha de pagamento para os policiais militares que quiserem um plano opcional. O desconto poderia ser maior do que o que é feito hoje – entre o desconto do Instituto de Previdência do Estado (IPE) e a contribuição para o HPM, o índice chega a 12%. ‘‘Teríamos um agravamento do desconto, mas só contribuiria quem quisesse tratamento no nosso hospital’’, sugeriu o coronel Elizeu Ferraz Furquim, presidente da Amai.
A administração seria terceirizada e um caixa seria formado para atender as necessidades dos policiais militares, como manutenção do tratamento dentário, próteses e atendimento psicológico. O secretário de Estado da Administração, Ricardo Smijtink, disse que a proposta já foi encaminhada para o departamento técnico que irá estudar os índices possíveis. As reuniões técnicas para discutir o assunto estão marcadas para a semana que vem.
Atualmente o HPM recebe R$ 350 mil que são repassados pelo IPE, além de cerca de R$ 700 mil do governo do Estado e mais R$ 155 mil, que são arrecadados pelo Fundo Social da PM.

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