A Autarquia Municipal do Ambiente (AMA) pretende revitalizar o parquinho do Zerão até o final deste mês. Segundo a diretora técnica da autarquia, Sílvia Saadjian, já está sendo feita a cotação dos brinquedos, semelhantes aos que foram instalados no local e encontram-se deteriorados. A diretora informou que cada parquinho custa cerca de R$ 4 mil, e como a AMA não há recursos, está à procura de patrocínio por parte de empresas particulares.
‘‘Os empresários que tiverem interesse devem entrar em contato conosco que providenciamos tudo e colocamos as placas com o nome da empresa’’, explicou Sílvia. Atualmente, apenas dois balanços estão em condições de uso no parquinho, um dos locais mais frequentados pelas famílias que moram no centro da cidade, principalmente nos finais de semana.
Anteontem, cerca de 80 alunos da Escola Municipal Corveta Camaquã, localizada no Parque Alvorada, disputavam os balanços. ‘‘Viemos aqui por falta de opção’’, disseram as professoras responsáveis pelas crianças. Elas admitiram que o espaço físico é muito bom, mas a conservação deixa a desejar. ‘‘De um ano para cá decaíram muito os cuidados. Se pelo menos o lugar estivesse bem conservado já estava bom’’, disse a professora Rosemary Jatti.
Ela informou que pelo menos duas vezes por ano fazem um passeio com as crianças. Um dos locais preferidos pelas professoras, tanto pela segurança como pela conservação, é a sede campestre do Grêmio Literário e Recreativo, mas desta vez não deu para ir lá, por ser segunda-feira e o clube estar fechado. O parquinho localizado próximo ao Igapó 4 também foi descartado pela falta de segurança, pois é muito próximo do lago.
A promotora de vendas Simone Mendes Fernandes costuma ir ao parquinho do Igapó 4 com a filha Larissa, de três anos, e acha que desde que a criança esteja acompanhada, não há perigo. Nas últimas semanas, segundo ela, a AMA providenciou a limpeza do local, o que melhorou muito as condições da área de lazer.
No Parque Arthur Thomas, outra área pública de lazer bastante visitada pelo londrinense, as condições de conservação agradam. Ontem, no início da tarde, o engenheiro agrônomo Osmar Stobbe passeava com a mulher e os dois filhos pequenos. Eles se mudaram para Londrina há poucos dias e estavam conhecendo o parque. ‘‘É muito bonito e está bem conservado. Só o rio (Ribeirão Cambezinho) que está com mau cheiro. Mas eu sei das dificuldades de conservar uma área como esta’’, disse, prometendo voltar mais vezes ao local. Tanto a segurança como a limpeza são feitas diariamente por funcionários da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA).

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