AMA vai desativar regionais
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quinta-feira, 20 de março de 1997
Da Redação 
As quatro regionais da Autarquia Municipal de Ambiente (AMA) vão deixar de existir. A desativação começou essa semana e deve ocorrer gradativamente até que todo o serviço externo seja readequado. As regionais foram criadas há pouco mais de um ano com o objetivo de manter os funcionários trabalhando na própria região da residência e assim economizar tempo e combustível e facilitar a vida dos trabalhadores. Hoje, segundo o presidente da AMA, Nelson Takeo Kohatsu, elas não se justificam mais porque a principal característica se perdeu. Ele afirma que 50% dos funcionários não residem mais na mesma região em que estavam designados para trabalhar.
Outro fator que impulsionou a mudança, segundo Kohatsu, é a falta de sede em duas das regionais. Apenas as regionais oeste e sul têm sede. As norte e leste só existiam no nome. Os equipamentos de trabalho acabavam pousando em locais impróprios como módulos policiais e até quintais, diz. Kohatsu relaciona ainda mais um problema causado pela regionalização da AMA - a deficiência de equipamentos. A AMA não tem equipamentos suficientes para dividir e isso acabou enfraquecendo a estrutura, alega.
A divisão dos 482 funcionários de trabalhos externos da AMA, a maioria da frente de trabalho, serão separados pelas cinco divisões da autarquia - varrição, capina, roçagem, poda de árvore e paisagismo. Os que residem nas regiões com sede continuarão se apresentando para o trabalho e guardando os equipamentos no mesmo local. Os demais terão a central, no parque Arthur Thomas, como referência.
Uma das vantagens da readequação - que está sendo implantada experimentalmente -, segundo Kohatsu, é a otimização do trabalho. Vamos trabalhar dentro de uma programação e quando a equipe chegar num bairro vai fazer o serviço completo. Não teremos mais aquele trabalho pingado, como se diz no popular.


