AMA promete ampliar área do 'Lixão' até final de dezembro
Paulo Ubiratan
De Londrina
O presidente da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA), Rubens Canizares, pretende, até o final do mês, resolver o problema do aterro sanitário de Londrina, o Lixão. Segundo ele, as secretarias de Governo e de Administração do município já estão viabilizando meios para a desapropriação e compra do terreno ao lado do Lixão, localizado na zona sul da cidade. O problema deve ser resolvido até 31 de dezembro conforme determinou a Promotoria Especial de Defesa do Meio Ambiente. A ação se baseia em laudos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), porque o chorume (resíduo líquido) do Lixão poderá invadir um córrego próximo ao local e contaminar todo sistema hídrico daquela região.
Se todo o plano do Lixão for obedecido poderemos aumentar a vida útil do aterro em mais 10 anos e até 30 anos, se instalarmos a usina de compostagem no local, garantiu Canizares. Ele enfatizou que o sistema de compostagem vai promover até emprego e dinheiro, pois o lixo é reciclado por grupos de pessoas e o material orgânico é transformado em adubo. Somente o restante do lixo inaproveitável (metal pesado e lixo hospitalar) é enterrado. Segundo ele, a usina de compostagem para fabricar o adubo já está comprada e falta providenciar a instalação.
As questões ambientais estão sendo debatidas no Fórum Municipal do Meio Ambiente Urbano. Ontem falaram o professor Sebastião Soares, da Universidade Federal de Santa Catarina, e o engenheiro Bertoldo Silva Costa, membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente.





