Josoé de CarvalhoProtestoFaixa fixada pelo DCE no câmpus: UEL alega falta de equipamentosOs estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) começaram a fazer ontem uma série de manifestações em protesto contra o atraso na abertura do Restaurante Universitário do câmpus. Em fevereiro, a Universidade havia anunciado o início do funcionamento do RU para a primeira quinzena de abril. O prazo venceu ontem e os alunos resolveram cobrar mais rapidez da UEL.
Eles pretendem acampar no câmpus, ao lado do prédio do restaurante. Ontem, no período da tarde, uma barraca já estava montada, ao lado do prédio, junto com uma faixa que traz o eslogam da campanha dos acadêmicos: ‘‘Vamos comer agora ou vão nos embrulhar’’. O coordenador de Administração e Finanças do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Edson Pires da Fonseca, afirma que a vigília vai continuar até a abertura do RU.
O restaurante nem começou a funcionar e o DCE já está preocupado com o preço das refeições. Edson da Fonseca comenta que extra-oficialmente o preço teria sido fixado em R$ 1,50. ‘‘É caro!’’, diz o coordenador do Diretório. Ele diz que uma pesquisa feita entre as principais universidades públicas brasileiras mostra que a média cobrada por uma refeição nos restaurantes universitários é de R$ 0,75.
O prefeito do câmpus da UEL, Luiz Alberto Borba Navolar, justifica que o atraso aconteceu porque alguns equipamentos ‘‘essenciais’’ não foram entregues a tempo. Ele acredita que até o final deste mês ou no máximo no início de maio o RU comece a funcionar. Luiz Navolar avisa que o preço da refeição ainda não está definido, lembrando que a decisão é do Conselho de Administração da UEL.

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