Durante sete dias, 15 universitárias deixaram as férias de lado para desenvolverem voluntariamente o projeto Promoção Rural. Mudaram-se para um alojamento na Escola Moacir de Camargo Martins, no Conjunto Habitacional Parigot de Souza (zona norte de Londrina), e dedicaram-se diariamente das 8 às 21 horas ao trabalho.
O que para muitos pode parecer perda de tempo, para elas significou experiência e gratificação. ‘‘Essa é a segunda vez que participo do projeto’’, contou Graziele Hernandes Volpato, 19 anos, estudante de biologia da UEL. Ela foi uma das orientadoras na construção da maquete do bairro e do trabalho artesanal com palitos. ‘‘Fui trabalhar em um ambiente que nem sonhava como era. Não estou perdendo minhas férias, estou ganhando em experiência de vida’’, justificou. ‘‘Todos deveriam ter uma experiência como esta e dedicar-se um pouco mais às comunidades carentes’’.
A mesma opinião é dividida pelas estudantes de Nutrição do Centro de Estudos Superiores de Londrina (Cesulon), Elis Fatel, 17, e Débora Reis, 22. Para elas, o trabalho trouxe vantagens profissionais e pessoais. ‘‘Pude colocar em prática o que estou aprendendo e levar conhecimentos importantes para elas’’, disse Débora.

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