Um dos primeiros profissionais a sugerir o uso do Canova no tratamento de Aids foi o médico brasileiro Nelson Pires Modesto, chefe de clínica médica da Faculdade de Ciências Médicas da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puccamp). Ele é oncologista e começou a utilizar a fórmula em pacientes com câncer em 1998.
Modesto explica que os resultados do tratamento dependem do tipo de patologia. Em casos de tumor, por exemplo, tanto podem ocorrer respostas positivas, com regressão tumoral, como situações em que, apesar da visível melhoria na qualidade de vida, o tumor continua a crescer lentamente. ‘‘São estes dados de observação científica (saber por que o medicamento age de maneira diferente em cada caso) que nos faltam. Ainda não há conhecimento dos fatores prognósticos, ou seja, dos dados clínicos que dão informação sobre a possibilidade do sucesso de tratamento antes dele ser iniciado.’’
O oncologista não tem dúvida, porém, quanto à eficácia do Canova na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. ‘‘Neste ponto, nenhum medicamento se iguala a ele.’’ O médico explica que a fórmula age na melhoria do reequilíbrio imunológico, por isso os resultados são tão satisfatórios nos casos de Aids. Nelson Modesto é alopata, e o único medicamento da homeopatia que prescreve é o Canova. (S. L.)

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