ALL RESPONDE
A ALL argumenta que o número de dormentes danificados nos trechos citados (leia na página 1) é inferior a 20%, uma taxa que condiz com as condições necessárias para a segurança na movimentação dos trens.
A empresa também alega que as marcações não querem dizer necessariamente que eles estejam podres ou necessitem de troca, mas para conferir se a taxa de dormentes inservíveis está abaixo do limite. Esta taxa varia de acordo com o perfil do trilho, geometria da linha, volume de carga e nível de circulação. Entretanto, neste ano, está prevista a troca de cerca de 30 mil dormentes nos trechos citados.
Para garantir a segurança da malha, a ALL realiza inspeções regulares na via para averiguar eventuais problemas. Sobre o não tratamento dos dormentes, a empresa afirma que a madeira usada é puro cerne (parte central do tronco), mais resistente e de difícil penetração o que atrapalha o tratamento.
Fonte: Assessoria de Imprensa da América Latina Logística





