A história do alfaiate Jacob Lubatcheusky, 68 anos, com o café começou há 15 anos. Ele lembra que costumava tomar bebidas alcoólicas quando um dia decidiu parar. ''Comecei então a tomar café e fiquei viciado'', contou. Ele não considera o café prejudicial à sua saúde, mas afirma que quer diminuir a quantidade diária. ''Antes eu tomava café mais de sete vezes ao dia, agora estou tomando umas cinco vezes'' afirmou.
O primeiro café do dia de Jacob é tomado bem cedo, antes de sair de casa. ''Mas logo que chego no trabalho sinto vontade de tomar outro'', conta o alfaiate, que é cliente fiel de uma lanchonete próxima da sua oficina. ''A segunda xícara eu tomo por volta de 8h30 e a terceira ainda antes do almoço. Umas 14h30 eu tomo mais uma e a última lá pelas 16 horas'', elencou. Segundo ele, não é preciso olhar no relógio, já que ''a vontade vem mais ou menos nestes horários''.
O alfaiate afirma que uma vez decidiu não tomar café durante a tarde, mas sentiu uma forte dor de cabeça. ''Era uma dor que não passava com remédio nenhum, achei que não tinha ligação com o café, mas a dor passou cinco minutos depois que decidi tomar uma xícara'', lembrou. Por conta deste sintoma ele acredita que não conseguirá ser livre do café, mas quer reduzir o consumo para uma xícara de manhã e outra de tarde. (M.A.)

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