Albari RosaAlerta - A família da pedagoga Marinilze Aparecida Pontarola de Souza, morta em um acidente de carro no mês de fevereiro na BR-277, voltou a espalhar mais 15 outdoors em Curitiba e outros cinco em Londrina na tentativa de encontrar o motorista que provocou a batida. Depois do primeiro alerta, que chamou o motorista de ‘‘Assassino no Trânsito’’, a família está divulgando a mensagem informando que o rosto do ‘‘assassino’’ está sendo identificado.
O motorista, que fugiu sem prestar socorro, está tendo sua identidade conhecida graças à sessões de hipnose regressiva feitas pelas filhas da pedagoga, que estavam no carro no momento do acidente. Juliana, de 22 anos, e Francine, de 11 anos, conseguiram lembrar da marca, da cor e das letras que compõem as placas do veículo - um Uno branco que a família de Marinilze prefere não detalhar para não tumultuar as investigações da polícia. Algumas características físicas do motorista também estão relembradas e deverão compor, em breve, seu retrato falado.

mockup