O diretor de sistemas em saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Gilberto Martin, detalhou ontem que a ampliação do número de leitos para até 100, nos hospitais da Zona Norte e da Zona Sul, é apenas parte do processo de melhoria na prestação de serviços de saúde à população da região. Além das obras, a Secretaria pretende otimizar o fluxo de para que o Hospital Universitário não continue superlotado.
Martin disse que até o início do próximo ano devem estar prontos o cálculo sobre o custo das duas obras e os projetos de cada uma. Ele observou que o Estado vai investir em equipamentos, materiais, recursos e área física. Segundo o diretor, a ampliação foi uma decisão ''quase pessoal do governador Roberto Requião'' e deve acelerar o projeto de reorganização do fluxo de atendimento em Londrina e região. Isso, conforme Martin, passa também pela otimização dos hospitais das cidades de médio porte, ''que devem e segurar o máximo que puder (os pacientes) nos hospitais de média complexidade''. A idéia é devolver ao HU da Universidade Estadual de Londrina (UEL) a possibilidade dele se concentrar em seu objetivo essencial que é o de funcionar como um hospital-escola.
O diretor informou também que o governador já assinou a autorização para abertura de licitação para construção de um centro de queimados no HU. Entre obras e equipamentos, o investimento deve ser de R$ 2,3 milhões.

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