O construtor Manoel Gregório foi o empreiteiro da obra, de dois pavimentos com quatro salas de aula; portaria e secretaria no térreo; capela e internato no superior, totalizando 927,80 metros quadrados. É o que se denomina atualmente Ala Histórica. Evolução: ala escola (2.040,50 metros quadrados), edificada em 1951; santuário reconstruído (46,23 metros quadrados), 1961; ala residência (6.940,44 metros quadrados), 1965; ala da música/ ampliação da ala histórica incluindo a torre da escada (519,90 metros quadrados), 1981; capela e jardim da infância (1.319,66 metros quadrados), 1991; ginásio poliesportivo e teatro (10.105,40 mertros quadrados), construção iniciada em 2004 e parte por terminar.
De 1950 a 1968 coube ao engenheiro Gyula Schwab conduzir a ampliação; em 1970, ao engenheiro Walter Knoll; em 1975, ao arquiteto Márcio Queiroz; e desde 1980 aos arquitetos Nelson de Giacomo e Talita de Giacomo.
Pela análise de Antônio Castelnou (''Arquitetura Londrinense, Expressões de Intenção Pioneira''), a ala histórica se caracterizou pela influência europeia, principalmente germânica, predominante na cidade dos anos 40 paralelamente ao estilo normando.
As intervenções mais recentes, porém, não se vinculam, quanto à forma, à arquitetura de décadas anteriores no conjunto e vieram reformular espaços, organizando o crescimento do Colégio, evitando inclusive o comprometimento do terreno, expõe Nelson de Giacomo. Em síntese, ''um momento novo'' em que se optou, também, por cores mais claras internamente, fugindo às tonalidades escuras de outrora. Nesse período edificou-se a ala mais alta, na Avenida Rio de Janeiro e Rua Goiás. (W.S.)

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