O alto índice pluviométrico desta primeira quinzena do mês no Norte do Estado provocou o enchimento da trincheira principal do aterro sanitário de Rolândia, que ainda não foi inaugurado. O Movimento Nossa Terra (MNT), ONG formada por agricultores e ambientalistas da região do aterro (à margem da PR-170), colocou faixas de protesto na entrada do aterro quando uma chuva de 120 milímetros na semana passada tranformou a grande vala de 240 metros de comprimento, 36 de largura e três de profundidade, em um tanque.
Ontem, o volume de água dentro da trincheira alcançava um metro de altura. Uma das reclamações dos ambientalistas é que a manta protetora instalada para evitar a absorção de chorume pelo solo não reveste uma das faces da trincheira. As bombas de sucção que lançariam a água para os tanques de decantação já foram instaladas mas não podem funcionar porque a fiação do aterro e o painel de controle foram roubados. De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, assim que este problema for resolvido a obra será inaugurada.

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