Em depoimento prestado anteontem à tarde na 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, Pedro Dias Braga, 36, negou que tenha sido agredido pelo delegado do 1º Distrito Policial do Lar Paraná, Antônio Rodrigues dos Santos, no sábado à tarde. A acusação contra o delegado estava sendo feita pela mulher de Braga, Marta. Para o delegado-chefe da 16ª SDP, Roberval Butaccini, no entanto, Braga disse que houve um ‘‘mal-entendido’’, porque ele estava embriagado no momento em que foi procurado pela polícia.
‘‘Braga também não quis entrar com uma representação contra o delegado do Lar Paranᒒ, conta Butaccini. O delegado-chefe frisou que o depoimento de Braga foi feito na presença do advogado dele, Irineu Chiqueto Júnior. Braga foi procurado pela polícia porque tem dois filhos menores de idade que eram suspeitos de participar do incêndio que destruiu, no sábado, o templo da Igreja Adventista do Sétimo Dia, no Lar Paraná. Segundo Butaccini, o delegado Rodrigues vai processar a mulher de Braga por danos morais.

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