Agentes fiscalizam cachorro-quente
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de julho de 2001
Lucinéia Parra De Maringá 
Agentes da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Maringá estão fiscalizando as residências dos proprietários de carrinhos de cachorro-quente da cidade. O objetivo é conhecer as condições de higiene do local onde geralmente são fabricados os molhos e até a maionese oferecidos aos clientes.
De acordo com o chefe da Vigilância Sanitária, Gilberto Pucca, existem em Maringá cerca de 350 carrinhos e barracas que comercializam cachorro-quente. A maioria se concentra no centro da cidade e não dispõe de um local próximo para fabricar condimentos e molhos. Praticamente todos os proprietários fazem os molhos em casa. É por isso que a fiscalização agora também se estende até o domicílio do comerciante, justifica Pucca.
A fiscalização é feita em duas etapas. Na primeira os agentes fiscalizam as condições de higiene do próprio carrinho de cachorro-quente e do responsável pela fabricação do lanche. Em seguida, os agentes seguem para a residência do vendedor. Conforme Pucca, os proprietários dos carrinhos e barracas foram convidados a participar de um curso sobre manuseio e higiene no preparo de alimentos. Muitos participaram do curso e se adequaram às exigências, diz.
Apesar da iniciativa da Secretaria de Saúde, um vendedor foi autuado porque os fiscais detectaram irregularidades na residência onde eram feitos os molhos e a maionese. O principal problema, conforme Pucca, é a falta de cuidados no manuseio dos alimentos. O comerciante foi autuado e terá prazo de 30 dias para se adequar às exigências da Vigilância.


