Agência bancária é assaltada na RMC
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Marcela Rocha Mendes<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Dois homens assaltaram uma agência bancária localizada no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul (Região Metropolitana de Curitiba), por volta das 10h30 de ontem. Segundo informações da Polícia Militar, a dupla, vestida com roupas semelhantes a uniformes de seguranças, estava armada de uma pistola e um revólver calibre 38 e rendeu o segurança da agência.
Ainda de acordo com a PM, eles levaram R$ 6 mil em dinheiro do caixa, além do colete à prova de balas e a arma do segurança. Toda a ação durou menos de 15 minutos e não houve feridos. Os dois fugiram em um Astra, cor escura, e até o fechamento da edição a polícia não pistas da localização dos homens.
Confusão
Uma festa de aniversário terminou em confusão na madrugada de domingo, em São José dos Pinhais (RMC). A polícia foi acionada após reclamação de vários moradores da Vila Quissisana por conta do barulho em uma festa para cerca de 40 pessoas. Segundo a PM, quando a viatura chegou, os policiais foram ameaçados pelas pessoas, que estavam com pedras e pedaços de pau. Um tijolo teria sido jogado no veículo.
''Os policiais pediram reforços e usaram da força necessária para conter e dominar os envolvidos'', explicou o delegado Eduardo Castella, de São José dos Pinhais. Ele não confirma se foram usados cassetetes e balas de borracha. No confronto, policiais e civis ficaram feridos. De acordo com a PM, um dos convidados da festa foi encaminhado para o hospital, mas na tarde de ontem já teria sido liberado.
Oito pessoas foram detidas, mas foram liberadas após a formalização da queixa. Entre elas, o proprietário da residência que foi autuado também por dano ao patrimônio e incitação à violência.
O comandante do Policiamento da Capital, coronel Jorge Costa Filho, determinou a instauração de procedimento administrativo. ''Temos tanto policiais quanto civis feridos, então dá para afirmar que houve excessos de ambas as partes. Por enquanto não vemos a necessidade de afastar nenhum dos homens de sua função, mas, se ao longo das investigações, percebermos que alguém extropolou, pode vir a ser afastado sim.''
Caso seja constatado qualquer tipo de crime, o coronel informou que encaminhará o processo à Justiça para que seja analisado pelo Ministério Público.


