Agência assaltada não cumpre lei de segurança
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sábado, 13 de janeiro de 2001
Denise Angelo De Ponta Grossa 
A tentativa de assalto a uma agência do Unibanco, no centro de Ponta Grossa, anteontem, que deixou três pessoas feridas, provocou uma nova reação do Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância da cidade. O presidente da entidade, Nilson Ribeiro, diz que o desrespeito da agência às leis que estabelecem procedimentos de segurança em bancos facilitou a ação dos bandidos, que trocaram tiros com policiais.
A agência do Unibanco ainda não tem porta giratória, como determina a lei federal 7.102. Também não tem circuito interno de vídeo, para ajudar na identificação dos marginais. E, para completar, apenas um vigilante trabalha na agência, que atende em dois andares. A lei fala em vigilantes, no plural. Por isso entendemos que a agência tem que ter no mínimo dois vigias treinados, alerta Ribeiro. O vigilante do Unibanco, Pedro Amarildo Ribeiro, foi um dos feridos durante o assalto.
Na área central de Ponta Grossa, somente o Unibanco e o Bradesco não possuem portas giratórias. No bairro Nova Rússia, que concentra várias agências, a única que não tem porta giratória é a do Unibanco. Ribeiro revela ainda que nas agências que instalaram porta giratória o índice de assaltos caiu quase 100%.
O gerente da agência central do Unibanco, Luis Alberto, disse que não pode se pronunciar a respeito da falta de segurança. Ele também alegou que não conseguiu encontrar o número do telefone da assessoria de imprensa do banco, que poderia falar pela instituição financeira. O gerente administrativo da agência central do Bradesco, Rinaldo Pianowski, disse que o banco já está tomando essa providência.


