Afeto animal
Na literatura médica diversas pesquisas comprovam os benefícios da interação entre pacientes internados em hospitais e animais. No Brasil, a Terapia Assistida por Animais (TAA) ainda é pouco difundida, mas a precursora no uso dessa técnica foi a médica psiquiátrica Nise da Silveira, no início da década de 1950.
Nesse modelo de terapia, o animal é considerado parte do tratamento, proporcionando momentos de descontração aos pacientes e colaborando para a redução do estresse e para a melhora da resposta ao tratamento. Em Londrina, três iniciativas foram implantadas recentemente e atendem crianças e idosos: Programa de Terapia Assistida por Animais desenvolvido pelo Hospital Universitário e a associação GoldenContro; Focinhos que Salvam, da Unifil; e Amor em Pelo, da ONG SOS Vida Animal e Secretaria Municipal do Idoso.
"O animal traz emoções positivas para qualquer pessoa e também para o paciente, que está fora de sua rotina", atestou a enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do HU, Renata Aparecida Belei. Segundo a coordenadora de Medicina Veterinária da Unifil, Suelen Córdova Gobetti, na TAA é possível resgatar a lucidez dos idosos. "Quando eles remetem ao animal esquecem a dor e a doença. Eles vão acessar uma área do cérebro que remete à felicidade."
A primeira experiência que se tem notícia aconteceu na Inglaterra, em 1792, em um centro de tratamento de pessoas com transtornos mentais
Estado da pessoa que compreende bem, que expressa suas ideias com clareza, que utiliza perfeitamente suas faculdades mentais
O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional





