A diretoria do Aeroclube de Maringá e proprietários de aviões particulares ameaçam entrar com uma ação civil na Justiça para ter o direito de permanecerem instalados no Aeroporto Gastão Vidigal. Eles reclamam que o novo aeroporto, que deve começar a operar em setembro, não possui infra-estrutura para abrigar aviões e empresas particulares.
O diretor social do Aeroclube, Jonas Lourenço, afirma que os hangares do novo aeroporto ainda não foram construídos e, com isso, os aviões terão que ficar ao relento. O Aeroclube possui duas aeronaves, sendo uma de tela, que, segundo Lourenço, ‘‘não pode em hipótese alguma ficar exposta ao sol e chuva, pois pode comprometer a segurança de vôo’’.
Outra preocupação é em relação ao local onde está instalado o novo aeroporto. ‘‘A área onde foi construído o novo aeroporto é bastante propícia a fortes ventos e até mesmo tempestades’’, afirma Lourenço.
A responsabilidade de administrar o novo aeroporto estará a cargo da Terminais Aéreos Maringá, uma autarquia criada pela prefeitura. O presidente da autarquia, José Henrique Rushi de Camargo, deixa claro que não existe possibilidade do aeroporto Gastão Vidigal continuar sendo utilizado. ‘‘A partir do início do funcionamento do novo aeroporto (previsto para 10 de setembro) toda a infra-estrutura passará a funcionar neste local.’’

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