Aeroclube de Maringá quer ficar no aeroporto antigo
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quarta-feira, 27 de junho de 2001
Marcos ZanattaDe Maringá 
O Aeroclube de Maringá está apelando ao Departamento de Aviação Civil (DAC) para manter o treinamento de vôo no Aeroporto Gastão Vidigal, desativado anteontem. O argumento é que o monomotor Paulistinha utilizado, com cabine de lona, não pode ficar exposto ao tempo e o clube não tem para onde levá-lo. Atualmente são 17 alunos na escola de pilotagem.
Queremos autorização apenas para levantar vôo pela manhã e pousar à tarde. As aulas de instrução vamos levar para outra pista na região, explica o piloto Jonas Lourenço, diretor do Aeroclube. Ele diz que a entidade tem área no novo aeroporto, mas como trabalha sem fins lucrativos não tem recursos para construir um hangar, que custaria em torno de R$ 25 mil. Precisamos de mais uns 15 meses para mudar, calcula Lourenço.
A diretoria do Aeroclube entende que enquanto não há um projeto para ocupação da área do antigo aeroporto, poderia ser mantida em operação a pista para a aviação civil. Anteontem, último dia para retirada as aeronaves, pilotos e donos de avião fizeram um protesto contra o fechamento do aeroporto. A maioria trocou a base por pistas da região, principalmente Arapongas e Paranavaí.


