Advogado tenta arquivar processo
Milton DóriaDefesaO advogado Adolfo Gois: Clamor público não condena ninguémO advogado Adolfo Luis de Souza Gois, que defende o ex-assessores Fredemax Mota, Aristeu Rodrigues e José Rojas Gavilan no inquérito que apura a tentativa de extorsão contra a Cativa e a Central Norte, de Apucarana, vai pedir já na próxima segunda-feira o arquivamento do processo. Ele argumenta que não há provas testemunhais ou materiais contra os acusados e, por isso, não há crime.
Gois comenta que o Instituto de Criminalística (IC) de Londrina concluiu que a fita cassete, apresentada pela Cativa com a suposta conversa em que houve a tentativa de extorsão, não apresentava qualidade técnica mínima para que se pudesse fazer uma transcrição precisa. Com isso ficou comprovada a falta de idoneidade da acusação. Na fita não consta nada e, por enquanto, somente as vítimas estão fazendo acusações, disse Gois. E clamor público não condena ninguém.
Caso o inquérito seja arquivado, o advogado informa que imediatamente entra com ação para reparar danos morais e também patrimoniais, já que, segundo o advogado, os acusados estão sem trabalhar e com a imagem violada. Além disso, lembra Gois, ele também entrou com representação criminal contra a Cativa por denunciação caluniosa e por colocar a vida da população em risco ao comercializar produto inadequado para o consumo.





