O advogado Roberto Pereira reclama da erradicação exagerada que estaria acontecendo no Jardim Acapulco (Zona Sul de Londrina). Ele pretende entrar com uma ação popular, denunciando o corte que ele atribui ao Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e à prefeitura. ''Vou entrar com esta medida judicial não como advogado, mas como cidadão. Ninguém ouviu a população para saber se querem que as árvores sejam retiradas dali.''
Pereira quer que as duas instituições sejam responsabilizadas criminalmente pelas espécies já erradicadas. ''As árvores são sadias, por que fazer isto? Eu quero vida ali'', diz o advogado, que tem uma chácara próxima à região.
O gerente de Áreas Verdes da Sema, Paulo Dolibaina, explica que o abate foi autorizado pela secretaria pois as árvores estariam oferecendo riscos à população. ''O próprio pessoal do Iapar está retirando as grevilhas mais antigas que cercam o instituto, mas eles garantiram que vão replantar outras árvores'', afirma o biólogo. De acordo com o Iapar, serão plantadas mudas de espécies nativas no lugar das árvores cortadas. (G.B)

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