O advogado do sobrinho de Isolina Moraes Toffoli Culau, Abel Antônio Rebello, diz que Isolina foi quem chamou o seu cliente para ampará-la. Ela teria doado voluntariamente o dinheiro para o sobrinho por gratidão. Outros dois sobrinhos teriam vindo de São Paulo e não teriam gostado da existência da escritura de doação de dinheiro em favor dele. ''Foi após a escritura que o outro primo passou a emitir sinais de hostilidade, primeiro se recusando a repassar os telefonemas do réu para a tia, que eram costumeiros. Depois, simplesmente isolando a tia que se encontrava impossibilitada de manter contatos com o réu'', diz o advogado de defesa.
De acordo com Rebello, o sobrinho ''não praticou um único ato sem a aprovação da tia, sendo absolutamente inverídicas as repetidas acusações de apropriação e desvios veiculados mentirosamente na petição inicial com o nítido propósito de atacar a pessoa do réu''.(L.P.)

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