O advogado Osmann de Oliveira pretende usar como defesa das acusadas a tese de que o assassino da mãe e da avó de Ágata Cristina Précoma pode ter sido a mesma pessoa que teria invadido a casa onde foram mortas Elisabeth Villebruna e Genoeva Précoma. Segundo Oliveira, a casa foi invadida e documentos e móveis furtados depois de lacrada pelo delegado Hormínio Lima Neto, responsável pelo caso.
O advogado disse que quando Lima Neto encerrou o inquérito e entregou a chave da casa das vítimas ao pai de Vanessa Naves, havia sumido uma TV e documentos de um cofre.
Para justificar o primeiro depoimento de Ágata e Vanessa, onde elas confessam o crime, Oliveira afirma, agora, que o casal homossexual quis aparecer ‘‘ao mundo gay, por causa do primeiro 1º Encontro da Família Gay’’, realizado em Curitiba na época do crime.’’
Oliveira disse que as acusadas queriam ‘‘aparecer por ostentação’’. O advogado afirmou também que deve fazer novo pedido de habeas corpus na próxima semana, após o término dos depoimentos.

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