O advogado da Aramóveis, Ed Nogueira Azevedo Junior, negou qualquer tipo de acordo entre a empresa e a DRT, além das ameças sobre os funcionários para a alteração da jornada. ‘‘O funcionário que está disposto a fazer horas extras tem a opção de mudar a compensação de jornada (de segunda à sexta-feira), para a prorrogação da jornada (de segunda à sábado), sem alterar as 44 horas semanais, mas com a possibilidade de fazer horas extras’’, informou o advogado, salientando que os três operários que prestaram depoimento ontem ao Ministério Público Federal também são membros do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Móveis de Arapongas.
O delegado regional do Trabalho, Celso Costa, foi procurado ontem à tarde pela reportagem da Folha. O chefe do Setor de Comunicação da DRT, Carlos Alberto Paixão, fez um contato no final da tarde prometendo um posicionamento da chefida da DRT, mas tanto ele, quanto Costa não retornaram e não foram mais localizados por telefone.

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