Vacinação não é recomendada apenas para crianças. Segundo Sônia Fernandes, gerente de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, adultos também devem ser imunizados, pelo menos a cada dez anos, contra febre amarela e tétano. Aqueles que não foram vacinados quando crianças podem procurar as unidades básicas de saúde e se imunizar contra difteria e tétano, através de três doses aplicadas em intervalos de 30 dias.
A tríplice viral (contra caxumba, sarampo e rubéola) é ofertada a homens até 39 anos e mulheres até 49 anos. Crianças e adolescentes entre 10 e 20 anos, que não foram vacinados contra hepatite B na infância (a vacina só passou a integrar o calendário básico em 1995), devem se imunizar contra a doença. A mesma vacina é aplicada em profissionais da área de saúde, familiares que convivem com pessoas contaminadas, pacientes que fazem hemodiálise e doadores regulares de sangue (nesse caso, a tentativa é proteger a pessoa para que ela continue apta a realizar a doação).
Os postos de saúde também oferecem a vacina anti rábica, aplicada em vítimas de agressões por animais. Em campanhas realizadas sazonalmente, a população acima de 60 anos recebe a vacina anti-influenza, que evita infecções secundárias relativas à gripe, como a pneumonia. Idosos moradores de asilos e casas de repouso, ou que vivam na cama, também são vacinados contra a pneumonia causada por pneumococo. A imunização deve ser reforçada a cada cinco anos.

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