'Adriane só quer o melhor para a aldeia'
''A Adriane de Cássia Guergolet conseguiu o diploma de curso superior porque é uma guerreira. O mérito é dela, já que trabalhou como babá e empregada doméstica durante a faculdade'', afirmou a advogada Paula Cristina Dias, que defende a enfermeira no caso. Segundo Paula, o critério de proibição da inscrição de profissionais formados só seria válido se Adriane tivesse ingressado na faculdade através de vaga específica para os índigenas.
Paula disse que sua cliente estaria sofrendo pressão por ter procurado a ''justiça dos brancos''. ''Ela só que o melhor para a aldeia dela a Laranjinha, em Santa Amélia (Norte Pioneiro) onde atua como enfermeira'', afirmou Paula. Ela afirmou que alguns indígenas aprovados no vestibular específico, incluindo o líder Marciano, teriam abandonado os cursos e desperdiçado as vagas ou reprovado. Marciano Rodrigues nega ter abandonado a faculdade, mas admite ter reprovado no 1º ano de administração de empresas na UEL.





