Não é raro acontecer: o casal decide adotar uma criança porque não pode ter filhos naturais. A criança, nesse caso, viria preencher uma lacuna, seria como uma solução para salvar problemas de relacionamento. Mas a adoção é muito mais que isso: é um compromisso de amor, que tem que ser asssumido para sempre, pela vida toda, e que às vezes exige uma dedicação até maior que a de pais biológicos.
Segundo a promotoria da Vara da Infância e Juventude de Londrina, não basta apenas se cadastrar para ser aprovado e ter o direito de levar a criança para casa. O critério para a adoção é rigoroso e o perfil psicológico dos pais é fundamental.
A pretensão de adotar um filho tem que responder a uma pergunta básica: ‘‘Estou disposta a cuidar, a assumir as responsabilidades?’’ Filho é para o resto da vida. Por isso, a prioridade das autoridades é avaliar as condições emocionais do casal para garantir um verdadeiro lar para a criança, que geralmente já vem de um ambiente problemático.
Além do emocional, os critérios técnicos também têm que ser respeitados. A lei não estabelece limite etário para adoção. Apenas o mínimo de 21 anos. Pessoas solteiras também têm o direito de adoção, mas a procura maior é por casais. Hoje, cerca de 60 estão qualificados e na fila de espera para adotar uma criança em Londrina.

Processo no qual um casal assume permanentemente uma criança (que não é filho biológico de nenhum dos dois) como filho(a), dentro da lei. O filho adotado possui os mesmos direitos de um filho legítimo.

Tem como função institucional assegurar os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes, em todo território nacional, exercendo atuação judicial e extrajudicial à busca da concretização das normas descritas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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