O governo do Estado, a prefeitura de Maringá e o Departamento de Aviação Civil (DAC) iniciam nesta segunda-feira o processo para a administração privada e a internacionalização do novo aeroporto de Maringá, que vai iniciar oficialmente suas operações no próximo dia 1º de maio. Os convênios, que delegam ao Estado a responsabilidade pela abertura da licitação internacional para a operação privada e que transferem a gestão do aeroporto provisoriamente para o município, serão assinados no Palácio Iguaçu.
Na mesma oportunidade, o governo do Estado formaliza ao governo federal o pedido para o reconhecimento do Aeroporto de Maringá na categoria de terminal internacional.
O superintendente do aeroporto, Rubens Abrão, lembrou que a homologação de sua operacionalidade já chegou a ser publicada pelo Departamento da Aviação Civil (DAC) do Ministério da Aeronáutica, no último dia 12, no Diário Oficial da União. No entanto, o aeroporto continua inoperante desde a sua inauguração, que aconteceu dia 12 de setembro do ano passado.
Até o final da semana que vem, o aeroporto também deverá estar passando por uma vistoria, onde o DAC classificará sua categoria. Essa classificação, segundo Abrão, serve para definir os valores a serem cobrados, como taxa de embarque e de operação das aeronaves.
Itens como climatização da sala de embarque, local adequado para estadia de aeronaves, ônibus para transporte dos passageiros entre a aeronave até as instalações do aeroporto, balizamento diurno e noturno e serviço bancário são levados em conta na momento da vistoria.
Segundo a Secretaria de Estado dos Transportes, Maringá é a terceira cidade do Estado em movimento de aviões. O aeroporto atual tem movimento de 12 mil passageiros por mês, com capacidade para 1,2 mil pousos mensais. O embarque atual (mês) em Maringá é de 4 mil passageiros. ‘‘Com o novo aeroporto, a capacidade de atendimento será de 9 mil embarques por mês’’, estima Abrão. O aeroporto está localizado na PR-317, a seis quilômetros da cidade.

mockup