O termo usado pela Secretaria Municipal de Assistência Social não é família desestruturada. Na política do setor são definidos níveis de vulnerabilidade. E o acompanhamento é feito de acordo com estes índices.
Independentemente da semântica, o fato é que famílias como a da diarista Márcia Gamas precisam de apoio. O primeiro é o cupom, distribuído por meio do Programa Municipal de Transferência de Renda para núcleos familiares cuja renda mensal máxima é de meio salário mínimo por pessoa. O valor do benefício é de R$ 50,00. Estas pessoas também se enquadram nas exigências do Bolsa Família federal.
A assistência é prestada nos 12 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) nas áreas urbana e rural. Cada um tem 3 mil pessoas referenciadas. Na rede, são 24 mil famílias que recebem benefícios sociais e atendimentos. ''Temos o atendimento individual, domiciliar e em grupos e através da rede pública'', afirma Cirlene Maria Ferreira Fonseca, diretora de Proteção Social Básica da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Alguns apoios na cidade são oferecidos pelo Programa Sentinela, Conselho Tutelar, escolas, Unidades Básicas de Saúde, Sinal Verde e Projeto Murialdo. Outro encaminhamento é para o Sistema Nacional do Emprego (Sine) e para os grupos de inclusão produtiva do programa Economia Solidária.(F.R.F.)

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