Adiado julgamento de acusado de matar a mulher
James Alberti
De Curitiba
O julgamento do dentista Eduil Vidolin, acusado de matar a própria mulher, Maria do Rocio Vidolin, foi adiado ontem porque o diretor do IML, Francisco Moraes e Silva, não compareceu ao 2º Tribunal do Júri, em Curitiba. Silva era testemunha e não explicou o motivo da falta. O jultamento foi adiado para o dia 16 do próximo mês. Maria do Rocio foi morta no dia 31 de agosto de 1991. Vidolin foi acusado por uma de suas filhas, a advogada Marcy Vidolin, que atua no júri como assistente de acusação.
Segundo o escrivão do Tribunal, Daniel Pereira de Lima, o juiz Luiz Zarpelon, que presidia o julgamento, telefonou para o delegado geral, João Ricardo Képes Noronha, pedindo que o diretor do IML fosse escoltado até o júri. Noronha teria afirmado que também estava à procura de Silva. O réu foi interrogado por duas horas e trinta minutos, mas o advogado de defesa, Osmann de Oliveira, insistia na presença de Silva, o que fez Zarpelon adiar o julgamento.





