Terezinha Soares, da Adefil, diz que as empresas deveriam implantar em suas frotas ônibus adaptados para receber os deficientes, como já ocorre em Curitiba e São Paulo. ‘‘É uma luta que já tem mais de 10 anos.’’
Ela afirma que a TCGL até pediu uma relação de bairros onde há concentração maior de deficientes para que os ônibus fossem adaptados àquelas linhas. Mas o ideal, ela aponta, é que em todas as linhas houvesse pelo menos um veículo adaptado para atender o deficiente físico. ‘‘É difícil saber quantos deficientes necessitam do transporte coletivo. Muitos deles não utilizam o serviço porque não há ônibus adaptado.’’ Segundo Terezinha, há uma estimativa de que existam 300 pessoas que usam cadeira de rodas em Londrina.
Entrar e sair de um ônibus coletivo sem ajuda de ninguém seria, na opinião da Adefil, um passo importante para a independência. Nilma de Oliveira diz: ‘‘Nossa luta não é encontrar alguém que pegue a gente no colo e leve para dentro do ônibus. O ônibus adaptado seria o ideal.’’

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