Da Redação
Celso da Luz é um honesto pedreiro em Guaraci (72 km ao norte de Londrina) e nunca teve qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. A informação é do delegado daquela cidade, Cláudio de Carvalho, que se surpreendeu com a notícia – publicada pela Folha na quarta-feira – de que Luz havia sido preso em companhia de Gidson Monteiro, com 7,550 kg de maconha prensada, em Londrina.
De acordo com o delegado, o preso em flagrante pela Polícia Militar é na verdade Guerino Cerci Filho, integrante de uma quadrilha ligada ao tráfico internacional de drogas. ‘‘Guerino, que estava foragido do presídio de Cornélio Procópio, também é de Guaraci e portava de maneira ilegal o documento de Celso da Luz’’, explicou Cláudio Carvalho.
Os dois presos em Londrina estão encarcerados na Prisão Provisória e pertencem, segundo a polícia, à quadrilha liderada até outubro do ano passado pelo ex-prefeito de Guaraci, José Morandi, e pelo filho dele, José Marcelo Morandi. Ambos estão foragidos.
Prisões A Polícia Civil de Londrina prendeu anteontem dois assaltantes, foragidos das delegacias de Maringá e Rolândia. Valdinei de Almeida, 23 anos, havia fugido em 98, quando cumpria pena em Maringá (90 km a oeste de Londrina) por furtos e assaltos à mão armada. Ele foi preso quando dormia na casa de uma tia, no Conjunto Habitacional Alexandre Urbanas (zona leste).
José Maria Aranda Júnior, 25 anos, tinha mandado de prisão por furtos e estelionatos. Ele foi pego no centro de Londrina e devolvido para a polícia de Rolândia (30 km a leste de Londrina). A polícia suspeita que ele seja o chefe de uma das principais quadrilhas de roubos a residências da região metropolitana de Londrina.
Crack Uma denúncia anônima terminou com a prisão do eletricista Edson Rodrigues Viana, 36 anos. Policiais da Delegacia Anti-Tóxicos de Curitiba flagraram Viana com 72 pedras de crack prontas para a comercialização. O acusado foi detido no final da tarde de sexta-feira num hotel da Rua 13 de maio, no centro de Curitiba.
Em depoimento, Viana negou-se a revelar a procedência do crack. Disse apenas que iria vender as pedras para viciados que costumam comprar drogas na região central da cidade. O eletricista revelou que veio de São Joaquim (SC) para praticar assaltos na capital. Ele é natural de Lajinha (MG) e os arquivos da Polícia Civil paranaense não acusavam registros criminais anteriores.

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