Acidentes no anel têm menos mortos e feridos
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 23 de março de 1999
Da redação 
O número de mortos e feridos em acidentes registrados nas estradas paranaenses após a implantação do Anel de Integração. Entre janeiro e setembro de 1998, a soma de mortos diminuiu 18,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O número de feridos caiu 12,4%. Essas estatísticas constam do relatório divulgado ontem pelo secretário dos Transportes, Heinz Herwig, na Assembléia Legislativa.
Um dos casos citados pelo secretário foi o do ex-deputado Sâmis da Silva, que sofreu grave acidente na BR 277 quando viajava entre Foz do Iguaçu e Curitiba. Socorrido rapidamente pelo serviço de resgate da concessionária, o ex-deputado pôde receber o atendimento hospitalar necessário para sua recuperação. Assim como ocorreu com o Sâmis, o atendimento ao usuário tem sido um serviço importante para quem trafega pelo Anel de Integração, disse o secretário.
Em nove meses de operação, entre junho de 1998 e fevereiro deste ano, as seis concessionárias já realizaram 6.824 atendimentos médicos e de resgate (incluindo oito partos feitos nas ambulâncias das empresas), 36.338 serviços de apoio a veículos com problemas mecânicos e atenderam 57.089 ocorrências, como incidentes provocados animais soltos nas estradas. Isso significa mais de cem mil atendimentos.
Estado liberado - Com o Anel de Integração, o Estado foi liberado de investir R$$ 20 milhões por ano em conservação das estradas estaduais, dinheiro suficiente para construir 200 creches e atender cem crianças em cada uma delas. Ou para construir 50 escolas com capacidade para atender 1.000 criançadas em cada uma delas, disse Herwig.


