A administradora de empresas Karina Benetelo diz que tenta conter os ataques de birra do filho Gilherme, 2 anos, mostrando que na vida existem regras que devem ser cumpridas, com ou sem choro. ''Acho importante colocar limites e mostrar que algumas coisas podem ser negociadas e outras não'', afirma a mãe.
Ela garante que não se rende ao choro e gritos do filho. ''Em uma ocasião, o Gilherme chorou ininterruptamente por 20 minutos porque não deixamos ele fazer algo. Mas eu e meu esposo não cedemos e mostramos a ele que esse tipo de comportamento não iria surtir nenhum efeito. E ele nunca mais fez isso'', conta.
Segundo Karina, o mesmo acontece quando o filho faz birra dizendo que não quer ir à escola. ''Digo a ele que ele terá que ir por bem ou por mal. Então ele sabe que gritar não vai mudar a situação'', revela.
Karina diz que segue o mesmo estilo de educação que recebeu dos pais, mas sabe que não está totalmente livre das birras do filho. ''Acho que as birras farão parte do meu cotidiano por um bom tempo. Entretanto, à medida em que o Guilherme está crescendo esse comportamento está se tornando cada vez menos frequente. Acho que isso está acontecendo porque não cedemos aos seus impulsos'', avalia. (M.R.)

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