Ação Social afirma que desconhece caso
Ação Social afirma que desconhece caso A coordenadora do Centro de Atendimento e Referência (CAR) da Secretaria Municipal de Ação Social de Londrina, Giane Figueiredo, diz ter tomado conhecimento do caso de Solange Miranda pela reportagem da Folha e não ter dados para comentar o caso. O problema me parece ser mais uma questão da Saúde (Secretaria Municipal) que da Ação Social, afirma. A coordenadora se dispôs, porém, a estudar o caso da família. Se a moça está sendo acompanhada pelo Caps (Centro de Atendimento Psicossocial) é só a assistente social do órgão entrar em contato conosco que vamos procurar conhecer o problema, estudá-lo, fazer uma visita e tentar dar os desdobramentos e encaminhamentos necessários, dentro de nossas possibilidades. De acordo com Giane Figueiredo, muitas vezes o CAR não é acionado para atuar junto à casos problemáticos porque os órgãos não fazem o encaminhamento. A pessoa às vezes não sabe a quem recorrer e a gente não tem como saber tudo o que acontece em uma cidade como Londrina. Cabe aos órgãos, através de suas assistentes sociais, dar este encaminhamento, explica. Sobre a afirmação da presidente da Pastoral da Saúde do Jardim Santa Rita 4 Antônia Didi de Freitas, de que teria sido orientada a procurar a imprensa por uma pessoa da Ação Social, Giane Figueiredo garantiu que não procede. Nunca tentamos transferir nossas responsabilidades, afirma. (T.E.)





