O delegado Armando Marques investiga a participação de outras três pessoas na quadrilha responsável pelo roubo da carga de videogames. Uma delas é um policial da própria Delegacia de Desvio de Cargas, que pelo menos por enquanto está tendo seu nome mantido em sigilo. Segundo Marques, esse policial está desaparecido e sendo procurado pelos demais companheiros, que teriam ficado indignados ao saber de seu envolvimento com o crime organizado.
Baseado nos interrogatórios que foram realizados, o delegado acredita que a quadrilha deve ser composta por sete a oito pessoas. Cinco delas já foram identificadas e outras três estão sendo investigadas. Marques não quis adiantar, mas entre os demais suspeitos existe a possibilidade de haver mais policiais de Curitiba ou Foz do Iguaçu. Esses policiais seriam os responsáveis em dar cobertura à quadrilha durante o assalto.
O que facilitou a descoberta do golpe foi um imprevisto na ação da quadrilha. Teoricamente eles iriam similar um roubo normal durante o trajeto da viagem. No entanto, quando passava por Curitiba o caminhão teve seu motor fundido, obrigando a mudança de planos. Os assaltantes então ‘‘roubaram’’ o contêiner do pátio do posto onde o caminhão estava estacionado aguardando conserto.

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