O promotor Robson Martins, da comarca de Iretama, está propondo uma ação civil pública para que o Estado passe a pagar exames de DNA nos casos de investigação de paternidade envolvendo pessoas carentes. Segundo ele, a ação é importante porque, atualmente, muitos processos de investigação de paternidade ficam sem solução devido a falta de condições financeiras das partes envolvidas. Um exame de DNA custa entre R$ 800,00 e R$ 1 mil. O Ministério Público já teria obtido sucesso em ações semelhantes no Mato Grosso. Na ação, Martins sugere que o Estado instale equipamentos para fazer o exame nas universidades ou firme convênios com laboratórios particulares.

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