Aumentaram ontem as rusgas que surgiram entre a Polícia Civil de Londrina e a Promotoria de Investigações Criminais (PIC) surgidas após a prisão de três policiais, na última terça-feira. A ação da PIC, ontem, na residência de um policial militar suspeito de furto que teve a identidade preservada acirrou mais os ânimos. O trabalho foi classificado por alguns policiais civis como ''truculento e descabido''.
Para a PIC, a ação de cumprimento do mandado de busca e apreensão foi legítima e sem violência. Segundo o capitão da Polícia Militar na PIC, Júlio Richter Neto, o soldado estava sendo investigado pelo serviço reservado da PM (P2) desde setembro de 2003, quando ocorreu o sumiço de um videocassete da sede do 5º Batalhão da PM. O vídeo foi localizado na casa do policial, que alegou ter comprado de um menor. Um inquérito apura o suposto furto.

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